A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo nega essa informação, garantindo que o relacionamento de Anna Carolina com as outras detentas era “harmonioso” e que o pai e a madrasta de Isabella passaram por exames de corpo de delito no Instituto Médico-Legal (IML) antes e depois de sair da prisão, o que indicaria sinais de violência física, se houvessem. Inicialmente, Anna Carolina ficou sozinha em uma cela. O avô de Isabella afirma não saber o que motivou as presas a bater em Anna Carolina, nem quantas detentas dividiam a cela. De acordo com Antônio, o casal sente muito medo da reação das pessoas e de sair às ruas.
Fonte: O Dia Online
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