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Especialista apresenta dieta e amamentação para o bebê no primeiro ano

"A Organização Mundial de Saúde recomenda que a criança receba exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade. Após essa faixa etária, o leite materno deve ser complementado com outros alimentos, até dois anos ou mais"

O nutrólogo e pediatra, Dr. Ary Lopes Cardoso, chefe da unidade de Nutrologia do Instituto da Criança da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), esclarece a importância de alguns nutrientes na alimentação dos bebês e oferece dicas para as mamães.

1) Qual a importância dos nutrientes do leite materno no desenvolvimento do bebê?

Resposta: O leite materno possui nutrientes como gorduras (35% a 58%), carboidratos (35% a 44%), proteínas (5% a 7%), cálcio, fósforo, vitaminas, ferro e uma série de outros micronutrientes. Os carboidratos fornecem energia ao bebê. As gorduras são fontes concentradas de energia que oferecem mais de 50% das necessidades do bebê e são ricas em ácidos graxos, importantes para o desenvolvimento do cérebro, da retina e dos tecidos nervosos. Já as proteínas são fonte de aminoácidos essenciais para o crescimento e desenvolvimento da criança. O cálcio e o fósforo atuam na formação de ossos e dentes. O ferro previne a anemia e a vitamina A ajuda nos processos de crescimento, desenvolvimento visual e integridade do sistema imunológico do bebê.

2) Quais substâncias do leite materno estão relacionadas ao sistema imunológico?

Resposta: O leite materno é rico em diversas substâncias que fortalecem o sistema imunológico do bebê como os anticorpos, proteínas que defendem o organismo e os prebióticos, tipo de carboidrato conhecido como oligossacarídeo, que estimula o crescimento de bactérias benéficas no organismo e auxilia na prevenção de doenças alérgicas e infecções.

3) O que são os prebióticos?

Resposta: Os prebióticos são o terceiro maior componente do leite materno. Trata-se de um tipo de carboidrato (oligossacarídeo), que estimula o crescimento de bactérias benéficas como as bifidobactérias e os lactobacilos no intestino, fortalecendo o sistema imunológico dos bebês. Além de garantir uma microflora intestinal saudável, os prebióticos diminuem os riscos de infecções comuns na infância como as infecções respiratórias, a diarréia e os quadros de alergias. É interessante lembrar que o leite de outros animais não possuem prebióticos.

4) O leite de vaca, cabra e soja são indicados para os bebês?

Resposta: O leite de soja, vaca e de outros animais não são indicados, rotineiramente para crianças com menos de 1 ano de idade. O leite de vaca contém mais de 25 proteínas potencialmente alergênicas, das quais a beta-lactoglobulina (proteína do soro do leite) possui o maior potencial para induzir reações imunes. Cerca de 90% das proteínas de outros leites, como o de cabra e de ovelha, são semelhantes às do leite de vaca e altamente alergênicas. Por isso, esses leites devem ser evitados ao máximo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, a não ser em casos excepcionais, a criança até pelo menos um ano deve receber apenas o leite materno. As fórmulas de soja ou mesmo aquelas obtidas a partir do leite de vaca podem eventualmente substituir o leite materno quando este, por quaisquer motivos, não puder mais ser fornecido. As bebidas à base de soja são indicadas para crianças maiores, adolescentes e adultos. O uso prolongado da soja, em crianças, ainda é passível de algumas restrições em termos de segurança em longo prazo.

5) Quais alimentos devem ser evitados no primeiro ano de vida do bebê?

Resposta: A Organização Mundial de Saúde recomenda que a criança receba exclusivamente o leite materno até os seis meses de idade. Após essa faixa etária, o leite materno deve ser complementado com outros alimentos, até dois anos ou mais. Os alimentos que devem ser evitados, pelo menos nos primeiros 12 meses, são o mel, a farinha de trigo, a clara do ovo, refrigerantes, sucos industrializados, doces em geral, balas, chocolate, sorvetes, biscoitos recheados, salgadinhos, enlatados, embutidos como salsicha, lingüiça, mortadela e presunto, frituras, café, chá mate e chá preto. Estes alimentos são ricos em gorduras, açúcar, conservantes ou corantes e podem comprometer o crescimento e desenvolvimento, além de aumentarem o risco de doenças como alergias, obesidade e carências de vitaminas e minerais. As fórmulas à base de leite de vaca modificado e soja podem ser oferecidas ao bebê, quando o leite materno não é passível de ser utilizado.

6) Os bebês devem comer alimentos com açúcar?

Resposta: O açúcar, assim como o sal, deve ser utilizado com muita moderação no 1º ano de vida da criança. O açúcar existente de forma natural em alimentos como o leite materno, frutas, batatas, entre outros, é suficiente para as necessidades do organismo do bebê. Sociedades nacionais e internacionais como o ESPGHAN (Sociedade Européia de Pediatria e Gastroenterologia) e a Comunidade Européia contra-indicam o consumo exagerado da sacarose, uma vez que isso aumenta as chances do surgimento de cáries e o desenvolvimento do hábito de consumir alimentos doces, predispondo à obesidade e ao diabetes.

Alimentos não recomendados nos primeiros 12 meses

Alimentos
Razões da contra-indicação
Farinha de trigo Contém glúten e a criança pode apresentar intolerância à substância.
Ovo O ovo inteiro pode ser introduzido, sempre cozido, após o sexto mês. A exceção está em crianças com alergia alimentar e quadros alérgicos intensos, que devem evitar a clara (rica em proteína).
Mel Com exceção do industrializado, o mel selvagem deve ser evitado antes do primeiro ano de vida, pois pode oferecer risco de contaminação, com o Clostridium botulinum, microorganismo causador do botulismo.
Pescados e frutos do mar Indicado somente após o primeiro ano, pois são muito alergênicos.
Carne de porco Deve ser evitada devido ao alto teor de gordura saturada, além de causar possíveis alergias.
Sucos prontos (industrializados) São recomendáveis depois de 2 anos, e mesmo assim, eventualmente. Os sucos naturais contêm mais vitaminas e muito menos açúcar.
Embutidos e frios Como possuem muita gordura, sal e conservantes, devem ser evitados até os 2 anos.
Alimentos industrializados Em geral, estes produtos têm em suas fórmulas corantes e conservantes, por isso não devem ser consumidos por crianças antes de um ano de vida. Além disso, contém um alto teor de gordura hidrogenada, o que pode provocar obesidade e uma alteração nas taxas de colesterol e triglicérides.
Refrigerantes Esse tipo de produto tem elevada proporção de açúcar, corantes e outras substâncias sem nenhum valor nutritivo. Além disso, atrapalham a absorção de cálcio. Daí o motivo para serem evitados.
Enlatados Contêm sal em excesso, aditivos e conservantes artificiais que podem irritar a mucosa gástrica da criança, comprometendo a digestão e a absorção dos nutrientes, além do baixo valor nutritivo.
Doces Os açúcares e doces tiram a fome e ainda prejudicam o valor calórico das refeições. Neste caso, o ideal é que eles sejam consumidos no fim do primeiro ano e em quantidades bem pequenas. Deve-se dar preferência às frutas da estação.

Existe um método para escolher o sexo do bebê?




Se soubesse que é possível, você escolheria o sexo do seu bebê antes mesmo da concepção? E se dedicaria a uma variedade de técnicas para alcançar o objetivo (e isso não inclui a fertilização in vitro)? É isso que o ginecologista e obstetra americano Landrum B. Shettles prega, mais precisamente em seu livro Como escolher o sexo de seu bebê, recém lançado pela editora Larousse. Nele, o médico descreve o Método de Seleção Sexual, descoberto há 40 anos, voltado para casais que desejam aumentar suas chances de ter um menino ou uma menina e garante que o método oferece de 75% a 90% de chances de o casal ter a criança do sexo escolhido, se for seguido rigorosamente. Shettles explica, por exemplo, que, se a vagina está mais ácida, aumenta a chance de ter menina; já para ter menino, o recomendável é ter relação após a ovulação entre outros sinais que o corpo pode dar. Mas será que isso realmente funciona?

O que dizem os especialistas...
Em um estudo publicado no The New England Journal of Medicine, em 1995, os pesquisadores Allen Wilcox, Clarice Weinberg e Donna Baird concluíram que o ato sexual em relação ao período ovulatório não influencia no sexo do bebê.
“Grande parte dos que tentam engravidar ficariam maravilhados em determinar se uma criança será menino ou menina. Não é difícil encontrar pais que afirmam que alguma técnica utilizada realmente teve sucesso com eles. Entretanto, na maioria dos estudos, faltam evidências claras de que as relações sexuais em um determinado momento irão aumentar as chances de conceber um sexo específico”, explica o ginecologista e obstetra Flavio Garcia de Oliveira.
Em um outro artigo publicado na Human Reproduction, em 1995, pesquisadores sugerem que a duração da fase folicular, o tempo entre a menstruação e a ovulação, está relacionada ao sexo do bebê. Eles afirmam que ciclos com menor fase folicular são mais propensos a resultar em meninos, enquanto ciclos com uma fase folicular maior podem ser mais propensos a gerar meninas. Esta teoria, entretanto, também é muito contestada. Em um outro artigo de 1998, publicado na mesma revista, concluiu-se que não existe nenhuma associação entre a duração do ciclo e a proporção do sexo gerado.

Posição sexual

Não há nada na literatura médica relacionando posições do ato sexual com a determinação sexual. A única forma 100% segura de determinar o sexo do bebê é através da fertilização in vitro. “Nesse método retiramos uma célula do pré-embrião, estrutura que se forma após a fertilização do óvulo pelo espermatozóide, e fazemos a análise do DNA. Assim, determinamos, com certeza, o sexo do futuro bebê”, esclarece Dr. Flavio Garcia de Oliveira.
A determinação do sexo é assunto para intenso debate entre os cientistas e a sociedade, então o melhor a fazer é levar em conta aquela velha frase: “se vier com saúde, não importa o sexo”.

Fonte: Flavio Garcia de Oliveira, pai de Gabriel, Manoela, Pedro, Lucas e Maria Fernanda, é ginecologista e obstetra da clínica FGO (www.clinicafgo.com.br)
Autor de Bebê a bordo, guia para curtir a gravidez a dois, Ed. Matrix
Tel.: (11) 3085-1883

Confira as razões para fazer sexo

Desfrutar de um ou dois orgasmos por semana significa mais que algo prazeroso. Segundo pesquisa apresentada pelo médico Eusebio Rubio durante o IV Congresso Cubano de Educação, Orientação e Terapia Sexual, as relações sexuais freqüentes podem diminuir significativamente a possibilidade de um homem de mais de 40 anos sofrer alguma enfermidade coronária.


No entanto, eles não são os únicos beneficiados. Para as mulheres, o sexo não somente significa prazer, mas também é o responsável por deixá-las mais belas e atrativas.

Perda de peso
1-
É possível queimar até 560 calorias em uma relação sexual.

2- O sexo é um dos exercícios mais completos que existe, já que entram no jogo todos os músculos do corpo.

Mais feliz
3-
A prática do sexo ajuda a curar as depressões leves, pois faz circular a endorfina por meio do sistema sangüíneo, o que produz uma agradável sensação de euforia e bem-estar.

4- Um encontro sexual ajuda a aumentar a auto-estima, uma vez que a pessoa se sente muito desejada.

Relaxe
5-
A desculpa de que "hoje não porque estou com dor de cabeça" é uma grande mentira. Fazer amor relaxa a tensão que comprime os vasos sanguíneos cerebrais, por isso, alivia as dores de cabeça.

6- É um ótimo remédio contra a insônia, já que com as mudanças bioquímicas que ocorrem durante o ato sexual o corpo relaxa e entra em um estado de sono profundo.

Menos irritada e mais atraente
7-
Um corpo sexualmente ativo agrega maiores quantidades de feromônios - os hormônios da atração.

8- Fazer amor alivias as tensões nervosas. E por estar menos irritada, você consegue desempenhar melhor as atividades de sua rotina.

Saúde mental em dia
9-
O sexo é o melhor tranqüilizante do mundo, muito mais eficiente que qualquer prescrição médica.

10- A prática com regularidade melhora notavelmente sua saúde mental, já que o sexo permite a liberação do excesso de adrenalina.

Beleza acentuada
11-
Ao se envolver no ato sexual, a mulher produz o dobro da quantidade de estrógenos - hormônio responsável por manter a pele macia e o brilho no cabelo. Além do mais, retarda o processo da osteoporose e protege contra a hipertensão.

12- Suar (resultado inevitável do sexo) é saudável para a pele, pois contribui para a limpeza dos poros. Além de eliminar as possíveis dermatites, erupções e manchas cutâneas.

Lábios e pernas mais lindas
13-
Beijar com freqüência permite que os lábios melhorem sua forma, cor e aparência.

14- Fazer amor ajuda a prevenir as celulites, uma vez que ativa a circulação dos fluídos linfáticos, que são os encarregados de eliminar bactérias, toxinas e outras substâncias que se acumulam especialmente nos músculos.

Treino esportivos
15-
O sexo é divertido, excitante e, acima de tudo, grátis.

16- As relações sexuais freqüentes melhoram o condicionamento físico.

17- O sexo é um antihistamínico natural: pode desbloquear narinas congestionadas.

Cura de todos os males
18-
A prática do sexo protege contra os problemas digestivos. Mas isso sempre e quando não venha logo depois de uma "atração gastronômica".

19- As relações sexuais constantes podem aliviar as dores de artrite, melhorar a circulação e a produção de glóbulos vermelhos.

Comer fruta à noite engorda?

Menos calóricas, as frutas sempre foram uma das opções preferidas quando perder uns quilinhos se torna um assunto de urgência. Acontece que a "troca" de uma refeição equilibrada por uma deliciosa maçã, por exemplo, pode ser um tiro pela culatra.

Assim como qualquer outro alimento, cada fruta possui uma quantidade certa de calorias e se consumida em exagero pode também engordar, independente do horário. "No período da noite, enquanto dormimos, o gasto calórico diminui", comenta a nutricionista Samantha Rhein. Essa diminuição, devido ao estado basal do organismo, é a vilã de quem adora comer pouco tempo antes de se deitar para dormir.

Isso significa que se você trocar aquele lanche natural de todas as noites por algumas fatias de abacaxi esperando emagrecer, você pode estar trocando seis por meia dúzia. "Não se pode dizer que frutas não engordam. O que vale é a quantidade que se come e seu valor calórico", explica a nutricionista Débora Rocha.

Comer fatias e fatias de melão poucas horas antes de dormir, por exemplo, pode ter o mesmo efeito do que a ingestão de um alimento de outro grupo qualquer - como pães e bolos. Mesmo sendo uma fruta com pouca taxa calórica (130g tem, aproximadamente, 30 calorias), se consumida em excesso ela pode engordar tanto quanto uma porção de doces.

Mas a ingestão de frutas deve ser algo rotineiro no cardápio de qualquer pessoa. Além de serem fontes de vitaminas, minerais e antioxidantes, elas ainda possuem pouca gordura, são de fácil digestão e proporcionam sensação de saciedade. "A fruta possui grande quantidade de fibra. Quando se faz o suco dessa fruta, no entando, a capacidade saciadora se perde, porque o suco não possui a quantidade de fibras da fruta in natura", comenta Samantha.

Segundo Fernanda Pisciolaro, nutricionista da Faculdade de Medicina de São Paulo, o ideal é que se coma de três a cinco porções de frutas por dia. "Não há problema em consumir a fruta à noite. Só deve se atentar para que essa fruta não seja consumida muito próxima da hora de dormir. Procure que seja, no mínimo, duas horas antes de deitar", finaliza.

Frutas com baixo valor calórico:
- Maçã
- Pêra
- Abacaxi
- Limão
- Caju
- Kiwi

Frutas com valor calórico mais elevado:
- Banana nanica
- Laranja
- Abacate
- Coco
- Açaí
- Jaca

Confira as razões para fazer sexo


O sexo alivia as tensões nervosas

Desfrutar de um ou dois orgasmos por semana significa mais que algo prazeroso. Segundo pesquisa apresentada pelo médico Eusebio Rubio durante o IV Congresso Cubano de Educação, Orientação e Terapia Sexual, as relações sexuais freqüentes podem diminuir significativamente a possibilidade de um homem de mais de 40 anos sofrer alguma enfermidade coronária.

No entanto, eles não são os únicos beneficiados. Para as mulheres, o sexo não somente significa prazer, mas também é o responsável por deixá-las mais belas e atrativas.

Perda de peso
1-
É possível queimar até 560 calorias em uma relação sexual.

2- O sexo é um dos exercícios mais completos que existe, já que entram no jogo todos os músculos do corpo.

Mais feliz
3-
A prática do sexo ajuda a curar as depressões leves, pois faz circular a endorfina por meio do sistema sangüíneo, o que produz uma agradável sensação de euforia e bem-estar.

4- Um encontro sexual ajuda a aumentar a auto-estima, uma vez que a pessoa se sente muito desejada.

Relaxe
5-
A desculpa de que "hoje não porque estou com dor de cabeça" é uma grande mentira. Fazer amor relaxa a tensão que comprime os vasos sanguíneos cerebrais, por isso, alivia as dores de cabeça.

6- É um ótimo remédio contra a insônia, já que com as mudanças bioquímicas que ocorrem durante o ato sexual o corpo relaxa e entra em um estado de sono profundo.

Menos irritada e mais atraente
7-
Um corpo sexualmente ativo agrega maiores quantidades de feromônios - os hormônios da atração.

8- Fazer amor alivias as tensões nervosas. E por estar menos irritada, você consegue desempenhar melhor as atividades de sua rotina.

Saúde mental em dia
9-
O sexo é o melhor tranqüilizante do mundo, muito mais eficiente que qualquer prescrição médica.

10- A prática com regularidade melhora notavelmente sua saúde mental, já que o sexo permite a liberação do excesso de adrenalina.

Beleza acentuada
11-
Ao se envolver no ato sexual, a mulher produz o dobro da quantidade de estrógenos - hormônio responsável por manter a pele macia e o brilho no cabelo. Além do mais, retarda o processo da osteoporose e protege contra a hipertensão.

12- Suar (resultado inevitável do sexo) é saudável para a pele, pois contribui para a limpeza dos poros. Além de eliminar as possíveis dermatites, erupções e manchas cutâneas.

Lábios e pernas mais lindas
13-
Beijar com freqüência permite que os lábios melhorem sua forma, cor e aparência.

14- Fazer amor ajuda a prevenir as celulites, uma vez que ativa a circulação dos fluídos linfáticos, que são os encarregados de eliminar bactérias, toxinas e outras substâncias que se acumulam especialmente nos músculos.

Treino esportivos
15-
O sexo é divertido, excitante e, acima de tudo, grátis.

16- As relações sexuais freqüentes melhoram o condicionamento físico.

17- O sexo é um antihistamínico natural: pode desbloquear narinas congestionadas.

Cura de todos os males
18-
A prática do sexo protege contra os problemas digestivos. Mas isso sempre e quando não venha logo depois de uma "atração gastronômica".

19- As relações sexuais constantes podem aliviar as dores de artrite, melhorar a circulação e a produção de glóbulos vermelhos.

O tamanho do meu pênis é normal?

A preocupação com o tamanho do pênis é comum entre os homens. Essa ansiedade pode ocorrer na infância, na adolescência ou na fase adulta. Meninos freqüentemente comparam o tamanho de seus pênis com os dos outros. Piadas e brincadeiras surgem dessas comparações. Entretanto a situação muda quando há início da atividade sexual.

O pênis dos outros é maior.
Essa situação é muito comum e na maioria das vezes sem fundamento médico. Esses pacientes reclamam do comprimento do órgão mesmo com ereção e penetração vaginal normais.

Pacientes obesos reclamam ter pênis curto.
Essa situação é devida ao embutimento do pênis em meio à gordura sobre o púbis o que dá a impressão de um órgão pequeno.

Estatura alta e pênis não proporcional.
Embora haja certa relação da estatura do paciente com o tamanho do seu pênis, existe uma ampla variação de comprimento encontrada. Homens de baixa estatura podem ter pênis maiores que homens de alta estatura e vice-versa.

Flacidez peniana e ereção.
Os pacientes geralmente se preocupam com o tamanho do pênis em flacidez que é geralmente o momento de comparação com o de outros homens. Muitos não sabem o comprimento em ereção ou qual foi o crescimento adicional. O que muitos se esquecem é que o tamanho deve ser acompanhado de uma ereção efetiva que garanta uma penetração vaginal.

O que é um pênis normal?

Deixando de lado os aspectos anatômicos de normalidade, um pênis flácido mede de 5 cm a 10 cm de comprimento. O tamanho durante a flacidez não determina o tamanho durante a ereção. A medida é feita desde o ponto em que ele se encontra com o corpo (não com a pele) até a extremidade da glande. Se aplicarmos tração manual, o pênis ganhará de 2 a 5 cm. Masters e Johnson (1966) verificaram que o pênis em ereção mede de 12,5 cm a 17,5 cm. Um recém-nascido apresenta um comprimento médio de 3,75 cm.

O que é um pênis anormal?

Não há uma definição universalmente aceita. Um pênis flácido menor que 4cm ou um ereto com menos de 7,5 cm devem ser considerados pequenos. Entretanto, encontramos pacientes que se aproximam desses valores mas com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.

Quais as causas de pênis pequeno?

Causas hormonais por desordem de funcionamento dos testículos ou da hipófise podem interferir no desenvolvimento do pênis bem como de toda a genitália masculina. Dentro destes casos encontra-se desde o micro-pênis até a genitália ambígua. O pênis pode ficar pequeno em conseqüência de traumatismos, queimaduras ou doenças adquiridas (doença de Peyronie). Geralmente essas causas são raras. O mais freqüente é que o paciente não esteja satisfeito com o tamanho do seu pênis mesmo que o médico nada encontre de anormal.

Tratamento

O paciente deve ser examinado detalhadamente, incluindo volume e presença dos testículos, presença e localização de pêlos pubianos e outros caracteres sexuais secundários. Se o pênis for considerado de tamanho normal pelo médico, o paciente necessitará de uma avaliação por um sexólogo, psicólogo ou psiquiatra a fim de pesquisar a verdadeira razão de sua queixa. Se o pênis for considerado pequeno e forem detectadas alterações hormonais, uma reposição com testosterona está indicada.

Tratamentos não cirúrgicos como aparelhos à vácuo, aparelhos de tração mecânica, aparelhos de estimulação eletromagnética, pesos, não dão resposta satisfatória permanente. O tratamento cirúrgico envolve secção dos ligamentos suspensores do pênis, injeção de gordura no corpo do pênis (aumento do diâmetro) ou uso de retalhos cutâneos das coxas ou nádegas. Esses tratamentos não são isentos de complicações e algumas delas podem ser graves, tais como necrose dos retalhos, reabsorção de gordura, insatisfação do paciente. Além disso, os resultados desses tratamentos são pouco conhecidos na literatura médica.

Conclusão

Infelizmente, muitos profissionais pouco éticos se aproveitam da ansiedade e dúvidas dos pacientes, indicando, sem nenhum critério, tratamentos que mais visam onerar o paciente do que realmente uma orientação científica. Os pacientes com dúvidas sobre o tamanho do seu pênis devem procurar profissional qualificado, o qual avaliará a situação, podendo ser necessária uma opinião multidisciplinar com sexólogo ou psiquiatra.

Perguntas que você pode fazer ao seu médico

Como posso saber se meu pênis é normal?

Existem maneiras seguras de aumentar o meu pênis se eu não estiver satisfeito com o tamanho?


Fonte: SempreTops

Amor tem prazo de validade?

Certamente você já ouviu falar em relacionamentos desgastados. A grande maioria das mulheres fica apreensiva e sente medo de que a relação tome este rumo. Para tranqüilizá-las, especialistas vão responder se o amor tem prazo de validade ou não.

Sentir aquele frio na barriga toda vez que o amado se aproxima é uma sensação maravilhosa. Contudo, as mulheres devem ter consciência de que a paixão é apenas a fase inicial de uma relação que, amadurecida, poderá se converter em amor eterno.

Segundo a psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos, a vida contemporânea demanda grande quantidade de energia para enfrentá-la e isso faz com que os casais diminuam o ritmo sexual. Por isso, todo aquele fervor dos tempos de namoro se assenta e dá início a uma relação mais madura. "O fogo se transforma em afeto que se traduz em amor", afirma.

Quando duas pessoas estão juntas, aos poucos, a atração sexual e física vai deixando de ficar em primeiro lugar nas prioridades a dois. "A atração espiritual, o companheirismo, a construção de planos juntos vêm antes", diz a psicóloga e terapeuta de casal Eliete Medeiros.

E se as dificuldades conjugais aparecerem, não faça delas grandes problemas existenciais. Aliás, elas podem ser mais positivas do que se imagina. "A convivência pode denegrir o relacionamento para alguns casais e o resultado é o fim", diz Eliete. Mas, esta também pode ser a oportunidade de o casal crescer e amadurecer a relação. "O amor mais consolidado vem depois e quando ele se solidifica, o vínculo entre os dois é efetivado", completa.

Quando o amor acaba
É claro que todas as mulheres pretendem encontrar um amor para a vida toda, ou seja, transformar o fogo inicial da paixão em outras formas de amar, ainda que mais brandas.

Mas, como explica Marina, algumas pessoas não conseguem desenvolver uma ligação afetiva mais séria. "Há aqueles que se fixam apenas no sexo e não conseguem ter um vínculo", diz.

Entretanto, esta não é a única razão de um rompimento. Alguns casais se deparam com o desgaste ao longo do tempo. "Tem quem não consegue lidar com a dificuldade e míngua a relação", diz Marina.

Segredo para não vencer o prazo de validade do amor
Eliete Medeiros dá algumas dicas para ter uma relação bem sucedida. Segundo a psicóloga, é imprescindível manter a vivacidade do amor.

"A mulher não pode ser tão previsível e deve tentar fazer surpresas ao amado", afirma Eliete. A terapeuta de casal dá um conselho de ouro. "A mulher tem de ser misteriosa para ele não perder o interesse. O segredo é se deixar conquistar eternamente."

Serviço:
Eliete Medeiros - psicóloga e terapeuta de casal
Site: www.a2encontros.com.br

Marina Vasconcellos - psicóloga, terapeuta familiar e de casal
Email: marina.vasconcellos@neolatina.net


Fonte: Terra

Por que o câncer não afeta todos os fumantes?

Porque alguns fumantes têm câncer de pulmão - enquanto outros são poupados

O gene da dependência de nicotina também pode aumentar a susceptibilidade ao câncer


Predisposição genética? Novas descobertas de três estudos independentes relacionam o câncer de pulmão e a dependência de nicotina a um único gene.
O tabagismo é a causa conhecida mais potente de câncer de pulmão. A questão é: porque alguns fumantes de longa data enfrentam essa doença mortal enquanto outros conseguem escapar? Uma nova pesquisa aponta um culpado genético que também pode aumentar a probabilidade de uma pessoa se tornar dependente de cigarro.

Dois novos estudos relacionam uma variação em um gene localizado no cromossomo 15 (dos 23 pares de cromossomos que temos) a um risco mais alto de desenvolver câncer de pulmão; um terceiro estudo sugere que a mesma mutação afeta a tendência para se tornar dependente de cigarros e, como conseqüência, desenvolver a tão temida doença. O câncer de pulmão é diagnosticado em 200.000 americanos e mata mais de 150.000 todo ano.

A nova pesquisa – publicada tanto na Nature quanto na Nature Genetics – indica que pessoas com essa falha genética têm uma chance 30% maior de desenvolver câncer de pulmão. No entanto, os estudos não concordam quanto ao risco adicional de dependência. As descobertas revelam como essa variação genética em particular e o tabagismo interagem para provocar câncer. Elas fornecem “novos alvos para começar a pensar como tratar essa dependência e, é claro, para a prevenção e o tratamento de câncer de pulmão”, explica Nora Volkow, dietora do National Institute on Drug Abuse (NIDA) em Bethesda, Maryland,que não participou do estudo.

A equipe de pesquisa examinou uma série de mudanças no genoma no qual uma base (unidade de material genético) foi deletada, duplicada ou substituída. (Essas alterações são conhecidas como polimorfismo de nucleotídeo único, ou SNPs, na sigla em inglês). Em um estudo, cientistas da empresa de biotecnologia deCODE, da Islândia, tentaram relacionaram essas variantes genéticas aos hábitos de um fumante; a outra pesquisa tentou relacioná-las ao câncer de pulmão.

A equipe da deCODE fez uma pesquisa com 50.000 fumantes da Islândia. Com as informações coletadas, além de uma varredura do genoma de 40.000 fumantes assumidos no grupo, os pesquisadores chegaram a uma variante do gene CHRNA, que codifica um receptor nos neurônios que pode ser estimulado pela nicotina. A versão alterada do gene era mais comum entre os fumantes inverterados que no restante do grupo analisado. “Os não-fumantes têm uma freqüência maior dessa variante que aquelas pessoas que fumam entre um e 10 cigarros por dia porque se você fuma e tem essa variante, tende a fumar mais de 10 cigarros por dia”, explica o neurologista Kári Stefánsson, CEO da deCODE.

Quando a equipe de Stefánsson relacionou as estatísticas obtidas à incidência de câncer de pulmão, descobriu que pessoas com duas cópias do gene alterado tinham uma assustadora chance 70% maior de desenvolver câncer de pulmão; aquelas com uma única cópia tinham corriam um risco 30% maior.

Essas descobertas são quase idênticas à dos outros estudos. Um deles, (publicado na Nature) conduzido pela Agência Internacional para a Pesquisa do Câncer (IARC, na sigla em inglês) em Lyon, na França (com base em exames de 11.000 voluntários, 7.500 dos quais eram fumantes), e o outro (publicado na Nature Genetics) realizado por uma equipe do M.D. Anderson Cancer Center, da University of Texas, em Houston, que examinou 9.000 pessoas, das quais 4.000 eram fumantes.

Paul Brennan, que liderou o estudo do IARC, disse que, inicialmente, acreditava que o risco de desenvolver câncer de pulmão era elevado pela predisposição genética para se tornar dependente. “Os genes aumentariam a probabilidade de fumar, e de fumar mais, e diminuiriam as chances de largar o cigarro. Assim, a pessoa seria mais propensa a desenvolver câncer de pulmão”, ele explica. Mas sua pesquisa demonstrou que, na verdade, o gene parece aumentar independentemente o risco de desenvolvimento da doença – sem nenhuma ligação com a dependência.

Volkow, do NIDA, sugere que a variante gênica pode levar certas pessoas a fumar devido ao efeito dos centros de recompensa do cérebro (associados ao comportamento de dependência) e pode aumentar o risco de câncer, também, pois tem um papel na função dos tecidos pulmonares. O epidemiologista Christopher Amos, que liderou o estudo no Texas, ressalta que já foi demonstrado em outros estudos que o mesmo receptor de nicotina implicado nessa pesquisa promove o crescimento de tumores em outras áreas do corpo, mais surpreendentemente no timo (órgão localizado próximo dos pulmões e que produz células de imunidade). “A nicotina ou seus derivados podem estimular a proliferação das células e sua participação no desenvolvimento de novos vasos sanguíneos, e a não sofrerem morte celular”, ele explica – todas características de formação e crescimento de tumores. “Assim, há a possibilidade de existir um efeito direto da nicotina ao ativar células para que se tornem cancerosas”.

Brennan diz que serão necessários mais estudos antes que os resultados possam ser utilizados.

“Não se trata de uma mensagem para a população em geral, de que você pode descobrir qual versão do gene tem e decidir se vai continuar fumando ou não”, ele diz. “Mas é necessário ter em mente que há uma série de outras doenças que também são causadas pelo tabagismo.”

Fonte: UOL

A última palavra sobre ovo, gordura, sal, açúcar e café

imagem de ovo com curativoNuma crônica publicada em 1997, o escritor João Ubaldo Ribeiro desabafou, com seu tom irônico e impagável: “Não agüento mais de culpa, acusado de suicidar-me a cada instante”. O texto falava sobre alimentos que lhe rendiam prazeres, mas que estavam condenados, como a manteiga: “Deve ser incluída nas listas de drogas proibidas, juntamente com cocaína e heroína”. Sobre o café: “Causa males recentemente descobertos por um laboratório de Glasgow ou Amsterdã ou Jacarta, que poderão deixar o freguês abestalhado, tarado, astênico ou hiperexcitável a ponto de matar a família e ir ao cinema”. Referia-se à carne: “É caso de se embuçar para ir a uma churrascaria”. Para o ovo reservava um suspiro de adeus: “E uma omeletezinha? E ovos estrelados, daqueles reluzentes como o sol, que a gente encarava com requintes de esfregadinhas de pão na gema? Com presunto? Com bacon? Livrai-nos, Senhor, de todas essas pragas infernais”.

O tempo passou e as gostosuras citadas pelo escritor baiano saíram da lista negra e reconquistaram lugar à mesa. A tônica da nutrição, agora, é desaconselhar cortes radicais. “Não existe alimento vilão, mas consumo vilão”, diz o cardiologista e nutrólogo Daniel Magnoni, chefe de nutrição clínica do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo. Com bom senso, esses prazeres podem, sim, compor os melhores cardápios.


Fonte: Claudia.abril

Jovens que bebem demais podem prejudicar memória, diz estudo

Adolescentes que ingerem grandes quantidades de bebidas alcoólicas de uma só vez correm risco de sofrer problemas de memória dias depois e os efeitos podem permanecer no longo prazo, segundo um novo estudo britânico.

Os pesquisadores das universidades de Northumbria e de Keele afirmaram, durante uma conferência da British Psychological Society, que o hábito pode ser prejudicial para cérebros que ainda estão se desenvolvendo.

O estudo comparou a memória de jovens entre 17 e 19 anos, divididos em dois grupos. O primeiro era formado por adolescentes que bebiam, em média, 15 unidades de álcool em uma só noite, o equivalente a 11 doses de uísque de 35 ml, duas vezes por semana. O segundo grupo reunia jovens que não bebiam exageradamente.

Os adolescentes foram testados três a quatro dias depois da última vez que haviam bebido, para que seus organismos estivessem livres do álcool.

  • Vídeo

Os voluntários responderam perguntas sobre a freqüência com que esqueciam de realizar tarefas que haviam planejado, como se encontrar com amigos.

Além disso, eles receberam uma lista de coisas que deveriam fazer ao assistir a um vídeo, como enviar uma mensagem de texto a um amigo quando a imagem de uma determinada loja aparecesse na televisão ou checar suas contas bancárias quando vissem uma pessoa sentar em um banco no vídeo.


"Não encontramos diferenças entre o grupo que bebia e o que não bebia no teste dos questionários, mas, na hora do vídeo, os adolescentes que bebiam muito se lembraram de menos tarefas que os demais", disse o pesquisador Thomas Heffernan."Apesar de, segundo seus próprios relatos, eles terem boa memória, eles não foram bem no teste do vídeo", acrescentou Heffernan. "Os jovens que bebem em excesso se lembraram de 30% menos itens, uma diferença significativa."

Segundo o pesquisador, é possível que regiões do cérebro como o córtex pré-frontal ou o hipocampo tenham sido afetadas."Há evidências de que álcool em excesso, particularmente quando ingerido em curtos espaços de tempo, danifica partes do cérebro responsáveis pela memória do dia-a-dia", afirma Heffernan.

"Esses adolescentes podem não só estar prejudicando sua memória, mas - se os cérebros deles ainda estiverem em formação - podem estar criando problemas para o futuro", concluiu.